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Escrito por Olavo de Carvalho
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Sáb, 27 de Junho de 2009 00:00 |
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Quando a obra de um único autor é mais rica e poderosa que a cultura inteira do seu país, das duas uma: ou o país consente em aprender com ele ou recusa o presente dos céus e inflige a si próprio o merecido castigo pelo pecado da soberba, condenando-se ao definhamento intelectual e a todo o cortejo de misérias morais que necessariamente o acompanham. Mário Ferreira ocupa no Brasil uma posição similar à de Giambattista Vico na cultura napolitana do século XVIII ou de Gottfried von Leibniz na Alemanha da mesma época: um gênio universal perdido num ambiente provinciano incapaz não só de compreendê-lo, mas de enxergá-lo. |
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Escrito por Alceu Garcia
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Sex, 26 de Junho de 2009 00:00 |
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Para quem vive com sérias restrições orçamentárias e gosta de ler os clássicos, o que por coincidência é o meu caso, a Editora Martin Claret está oferecendo um belo presente: grandes obras de nomes ilustres em diversos campos do conhecimento e da literatura, a um preço bem acessível. É uma excelente oportunidade para se reler livros perdidos nas reviravoltas da vida, ou comprar aqueles que sempre quisemos ler, mas que são difíceis de encontrar ou, quando encontrados, nem sempre há dinheiro suficiente para comprá-los. Inaugurei minha lista de pechinchas adquirindo, a apenas sete reais cada, Ética a Nicômaco de Aristóteles e Manuscritos Econômico-Filosóficos de Karl Marx. Foi uma escolha casual, mas que acabou sendo oportuna por compreender dois filósofos dotados de ethos diametralmente opostos, e por que um deles – Marx, é claro – tornou-se, infelizmente, o arquétipo do intelectual moderno. |
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Sex, 26 de Junho de 2009 00:00 |
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Enquanto o dumping entre empresas não passa de uma teoria sem provas, embora seja sempre perseguido pelas agências governamentais para este fim criadas, o dumping administrativo-tributário é eficiente, pois a sua prática é financiada pelo contribuinte. |
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Escrito por Paulo Zamboni
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Sex, 19 de Junho de 2009 23:30 |
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Transformado ao longo dos anos numa espécie de “Jesus Cristo revolucionário” graças aos esforços incansáveis da esquerda mundial, o argentino Ernesto Guevara é objeto de autêntico culto a personalidade em todo o mundo.
Entretanto, a leitura do livro do cubano-americano Humberto Fontova, O verdadeiro Che Guevara, e os idiotas úteis que o idolatram (Editora É Realizações, São Paulo, 287 páginas), deixa claro que, embora Guevara seja um inegável sucesso de marketing político e comercial – com sua imagem estampando desde camisetas para bebes até biquíni vestido pela supermodelo Gisele Bündchen – na vida real pode ser considerado um fracasso. |
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Ter, 16 de Junho de 2009 00:00 |
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Avesso à doutrinação acadêmica, desvencilhado de grupos ideológicos, extremamente culto e corajoso, como raras vezes se viu entre nossos homens de Letras, além de implacavelmente disposto ao debate, o filósofo Olavo de Carvalho viria à cena, também nos anos 90, com a publicação de obras fundamentais para a filosofia, dentre as quais se destaca, não por relevância filosófica, mas por importância, diga-se, terapêutica, O futuro do pensamento brasileiro – obra originalmente lançada em 1997 e recentemente reeditada pela É Realizações.
Confira também um entrevista que o filósofo Olavo de Carvalho concedeu ao poeta Raimundo Bernardes no final do mês de setembro, da cidade Richmond, na Virgínia [EUA], onde mora com sua família desde o ano de 2005. |
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Ter, 16 de Junho de 2009 00:00 |
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A liberdade individual, mãe das relações amistosas, da caridade e da confiança mútua está perdendo espaço para a burocracia estatal, que a todos se impõe com a sua natureza de força, de dominação e de confronto. |
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Escrito por Wellington Moraes
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Qui, 11 de Junho de 2009 18:00 |
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A concretização dos conceitos, projetos e objetivos previamente definidos nos "Encontros de Partidos e Organizações de Esquerda da América Latina e do Caribe” demonstram a grande capacidade de organização, mobilização e coordenação dos seus membros. Com a consolidação da UNASUL, uma relação inversa será estabelecida entre os poderes Constitucionais dos Países e as instituições supranacionais. O aumento e a concentração dos poderes político (Parlamento Sul-Americano) e econômico (Banco Central Único da América do Sul) nas instituições supranacionais da UNASUL ocasionarão uma diminuição brutal nos poderes Constitucionais dos países membros. |
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