endireitar.org - ÚLTIMOS DESTAQUES
| Escrito por Luís Cristóvão |
| Sex, 08 de Maio de 2009 00:00 |
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George Orwell tem em 1984 seu mais renomado e aclamado romance. Escrito no fim de sua vida, Orwell pouco pôde ver a repercussão que o livro teve e ainda tem até hoje. A estória se passa em um fictício ano de 1984, no qual o totalitarismo viria a dominar o Mundo inteiro. O Governo controla tudo e o povo vive em um constante estado de alienação, onde são manipulados a acreditar – e pior – a seguir voluntariamente os descabidos preceitos do Partido.
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| Escrito por Peter Hof |
| Qui, 07 de Maio de 2009 00:00 |
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Vocês já notaram que todo jornalista da chamada “grande imprensa” que escreve sobre armas comete impropriedades sobre as armas e a matemática? Eu estou cansado de corrigir as bobagens que rotineiramente os jornalistas do Globo escrevem. Hoje em dia, com a facilidade que a internet oferece para uma rápida e precisa consulta sobre qualquer assunto, é difícil entender por que um jornalista não recorre a ela, mesmo que rapidamente, ao terminar sua matéria. Talvez eles acreditem que para os seus leitores qualquer coisa sirva.
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| Escrito por Klauber Cristofen Pires |
| Qui, 07 de Maio de 2009 00:00 |
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É sempre o estado (lembre-se: inicial minúscula neste safado!) que gera o que chama de “exclusão social”. A Consolidação das Leis do Trabalho, por exemplo, possui 922 artigos; nenhum deles garante um emprego, mas todos eles consistem literalmente em alguma proibição de contratar. O salário mínimo também gera este efeito, assim como farta legislação legal ou infra-legal aqui não citada.
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| Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben |
| Ter, 05 de Maio de 2009 08:50 |
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Tive a oportunidade de dizer alhures que a queda do Muro de Berlim (1989) criara em todos a falsa ideia de que, com o muro, desmoronava-se o próprio comunismo. A dissolução da União Soviética (1991), em certo sentido, funcionou como um cavalo-de-tróia sem obra de carpinteiro: enquanto a direita repousa de espírito desarmado, a esquerda viceja feito erva daninha; agora, porém, matreiramente oculta nos discursos do politicamente correto, do pluralismo, do relativismo cultural e da pós-modernidade, cantilenas aparentemente frívolas, mas que, em verdade, deitam suas raízes no lodo do marxismo cultural.
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| Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben |
| Ter, 05 de Maio de 2009 08:15 |
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Nada sustém a fúria normatizante do Estado, que tudo quer regrar; as liberdades inclusive. Não é dado ao Estado imiscuir-se na vida das pessoas ao ponto de anular suas liberdades. Não é permitido ao Estado adentrar a residência das famílias, com a falaciosa cartilha do "politicamente correto" em riste, para dizer como devem educar seus filhos, como devem viver...
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