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Escrito por Olavo de Carvalho
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Quinta, 22 de Janeiro de 2009 08:38 |
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Desde que os exércitos aliados revelaram ao mundo os horrores dos campos de concentração nazistas, as tentativas de explicação histórica, sociológica e psicológica de um fenômeno tão inusitado e monstruoso criaram um dos ramos mais prolíficos da bibliografia universal. Ao mostrar que toda a técnica dos campos de concentração e do extermínio em massa foi inventada pelos comunistas e só tardiamente copiada pelos nazistas mediante convênio com o governo soviético, Snore faz picadinho de qualquer tentativa de atribuir a crueldade nazista a alguma causa especificamente alemã.
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Escrito por Wellington Moraes
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Segunda, 08 de Dezembro de 2008 12:23 |
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Numa entrevista ao JC Online em novembro de 2001, o general Agnaldo Del Nero Augusto, ex-chefe da Seção de Informações do Centro de Informações do Exército, afirmou que durante os enfrentamentos com a luta armada: "a Revolução errou muito por não ter expressado à população que vivíamos um estado de guerra" ( http://www2.uol.com.br/JC/_2001/0411/po0411_9.htm ). Na tentativa de compreender esse estado de guerra encontrei a brilhante análise do General Alemão Friedrich August Von der Heydte em "A Guerra Irregular Moderna". O texto a seguir é um resumo do capítulo "A essência da guerra irregular moderna". Acredito que a leitura deste livro é indispensável para a correta compreensão das ações das diversas facções comunistas que atuavam na época do regime militar e dos atuais "movimentos sociais" como MST, MLST, etc...
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Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
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Terça, 05 de Maio de 2009 08:50 |
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Tive a oportunidade de dizer alhures que a queda do Muro de Berlim (1989) criara em todos a falsa ideia de que, com o muro, desmoronava-se o próprio comunismo. A dissolução da União Soviética (1991), em certo sentido, funcionou como um cavalo-de-tróia sem obra de carpinteiro: enquanto a direita repousa de espírito desarmado, a esquerda viceja feito erva daninha; agora, porém, matreiramente oculta nos discursos do politicamente correto, do pluralismo, do relativismo cultural e da pós-modernidade, cantilenas aparentemente frívolas, mas que, em verdade, deitam suas raízes no lodo do marxismo cultural.
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Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
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Terça, 12 de Maio de 2009 00:00 |
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Um dos traços marcantes do pensamento pós-modernista é o relativismo. O relativismo nega a existência de qualquer regra ou teoria que sustente verdades absolutas, inequívocas ou transcendentais. Os relativistas defendem que nada é objetivamente certo ou errado, bom ou mau. Para os relativistas, a ética e a moral são determinadas por fatores mutáveis, diferentes e contraditórios. No entrechoque do relativo com o absoluto, o tema da homossexualidade merece especial relevo. A mudança de sexo, o casamento e a adoção são temas debatidos sob acirrada controvérsia. Na defesa de tais questões, os relativistas enveredam-se por uma espécie de niilismo, de recusa a qualquer valor universal.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Terça, 29 de Setembro de 2009 00:00 |
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Se algo os acontecimentos recentes em Honduras confirmam, é aquilo que venho dizendo há anos: quem quer que, sem ser esquerdista, preste algum favorzinho aos esquerdistas, acaba sendo acusado por eles de fazer exatamente o contrário do que fez, de ser um direitista feroz e intolerante que só os persegue, maltrata e atemoriza.
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