O Diário da Felicidade, de Nicolae Steinhardt (1912-1989), é uma surpresa no circuito editorial brasileiro. Afinal, por que publicar um livro de memórias de um monge ortodoxo romeno aqui desconhecido? Primeiro, porque O Diário da Felicidade é um documento histórico, esforço pessoal do monge Nicolae para preservar a dignidade humana e manifestar resistência espiritual por meio da literatura, sendo uma resposta ao fenômeno totalitário, isto é, da capacidade humana de resistir e realizar sua plenitude, mesmo diante de intensa privação. Segundo, O Diário é uma obra-prima literária que transita por uma lista infindável de autores da cultura humanística, num verdadeiro espírito de abertura intelectual. Texto confessional na tradição socrático-agostiniana, nele a preservação da memória e a confissão sincera são aspectos indissociáveis que moldaram a vida e o pensamento do monge e revelam, sobretudo, o lado mais perverso da cultura e da política romena sob o regime comunista, entre 1947 e 1989.
O MSM tem a honra de apresentar a maior aliada dos desvalidos, a grande representante dos proletários, a única organização capaz de identificar e apresentar os arquiinimigos "do povo", a mídia "pró-povo", os camaradas "do povo" e os movimentos democráticos: o Vanguarda Popular, e seu "espaço popular e democrático na rede coletiva mundial de computadores" que "possui o objetivo exclusivo de contribuir para a ascensão da classe operária".
Cleber de Andrade Nunes, pequeno empreendedor mineiro, é designer e autodidata de Timóteo - MG. Juntamente com sua esposa Bernadeth decidiu retirar seus filhos David e Jonatas da escola para aplicar o método de homeschooling, ou ensino domiciliar.
Cleber Nunes proferiu a palestra que você confere a seguir no I Seminário de Escola Austríaca no Brasil, ocorrido em Porto Alegre.
O que deveria fazer um homem livre ao receber o formulário de um burocrata? Primeiro, lembre-se de que aquela informação é a infraestrutura básica de um pretenso estado totalitário. Sem ela, o estado está às cegas. Depois, conhecendo todo o histórico mundial do censo, pergunte a si próprio se você realmente pode confiar ao governo central de hoje informações que certamente estariam muito mais seguras se ficassem guardadas apenas consigo próprio. Por fim, considere se os custos associados à não obediência são menores ou maiores do que o benefício subjetivo de se estar atuando conjuntamente com várias outras pessoas que também estão resistindo a essa intrusiva coleta de dados feita pelo governo.