Margaret Sanger foi uma personalidade decisiva para a conquista feminista do direito ao aborto na metade do século 20. Sua história se confunde com a evolução do movimento feminista pelo controle da natalidade. Seu nome, no entanto, é solenemente omitido de relatórios e fundamentações que se destinam a um público maior.
Embora tudo o que esteja em curso seja uma porcaria e indique um mosaico de misérias morais das mais diferentes origens, confesso que, intelectualmente, momentos assim são importantes porque nos permitem recuperar alguns princípios. Mal comecei e sei que vem um longo texto pela frente. Em “Máximas de Um País Mínimo“, há um Reinaldo Azevedo bastante concentrado, sintético. Aqui, vocês sabem, não temo me estender o quanto for necessário. Pretendo que seja um daqueles artigos que chamo “textos de formação”, que marcam posição — só não acrescento o adjetivo “doutrinária” porque meu partido tem um homem só. Mais de 11 mil toques. Vocês vão encarar?
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O Prof. Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, participou no último dia 10 do Programa Mulheres da TV Gazeta.
Foram vinte minutos de entrevista, onde foram abordados diversos assuntos, entre eles: recadastramento, direito de possuir armas e impunidade.
Gostaríamos de convidá-los a assistir essa entrevista e enviar a sua opinião para o programa:
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Movimento Viva Brasil participa do Programa Mulheres - PARTE I
Movimento Viva Brasil participa do Programa Mulheres - PARTE II
Mal acabava eu de escrever aqui que "o uso maciço da fraude científica, em proporções jamais antes imaginadas, vem-se tornando o principal meio de imposição de novas políticas", e no dia seguinte veio a público a fraude das fraudes: dois hackers invadiram o servidor da Universidade de East Anglia e copiaram e-mails nos quais eminentes cientistas revelavam ter apelado às trapaças mais abjetas para impingir ao mundo a balela do "aquecimento global" e as legislações draconianas alegadamente destinadas a "salvar o planeta" desse mal fantasmagórico.
Quem é que se apresente como um liberal e se utilize da teoria do utilitarismo está, na verdade, defendendo uma forma de socialismo, desde que com isto promova a legitimidade de meios não-originários e não-contratuais de aquisição da propriedade.