|
Escrito por Olavo de Carvalho
|
|
Há pelo menos quarenta anos o debate político neste país gira em torno da escolha entre livre mercado e intervencionismo estatal, identificados respectivamente com a “direita” e a “esquerda” e incumbidos de definir automaticamente, a partir dessa base econômica, as demais alternativas humanas em todos os campos da cultura, da legislação, da moralidade, etc. Quando alguém se define como “liberal”, é portanto automaticamente classificado entre os direitistas, conservadores e reacionários, tornando-se, em contrapartida, socialista, progressista e revolucionário tão logo mude para o campo do intervencionismo estatal. Os ícones das facções respectivas são Roberto Campos e Celso Furtado.
Leia mais...
|
|
Escrito por Klauber Cristofen Pires
|
|
Trabalhar tornou-se não mais um direito inerente à pessoa, mas uma concessão do estado, do qual se torna refém o indivíduo, desde que ele tem de se submeter ao inchamento da grade curricular convenientemente e lucrativamente estipulada pelas instituições formais de ensino, se é que quer sair dali um dia com um diploma na mão.
Leia mais...
|
|
Escrito por Ipojuca Pontes
|
|
A ordem para execução do massacre de Katyn partiu do próprio Stalin, que odiava a capacidade de resistência do exército polonês desde 1920, quando os bolcheviques tentaram conquistar a Polônia para disseminar a revolução comunista no Ocidente – e não conseguiram. Diante do sucesso artístico (e político) de “Katyn”, distinguido com o Oscar em 2008, a Rússia totalitária de Putin (ex-KGB) e Medevedv reagiu acusando o filme de ser “mais uma manifestação da histeria anti-russa”.
Leia mais...
|
|
Escrito por Klauber Cristofen Pires
|
|
Por ocasião o estouro da crise imobiliária americana e que veio a contaminar o mundo – inclusive e principalmente o Brasil de marolas pororoquianas – um boquirroto, tosco e extravagante presidente vociferava para os microfones da nação e do mundo, mais ou menos nestes termos: “- tá vendo? Agora tão precisando do estado! Aqueles que diziam que tudo era o mercado, que tudo era o mercado que resolvia, agora vêm pedir a ajuda do estado!”. A fala calamar, claro, de pronto tornou-se um bordão para os gansos em alvoroço grasnarem continuamente sobre a falência do mercado e a necessidade da maior intervenção estatal. A crise não desencadeou a leitura de que o mercado precisa do estado, mas sim justamente o contrário: é o estado quem precisa do mercado, e ainda mais neste momento de crise!
Leia mais...
|
|
Escrito por Olavo de Carvalho
|
|
O ideal socialista é, em essência, a atenuação ou eliminação das diferenças de poder econômico por meio do poder político. Mas ninguém pode arbitrar eficazmente diferenças entre o mais poderoso e o menos poderoso sem ser mais poderoso que ambos: o socialismo tem de concentrar um poder capaz não apenas de se impor aos pobres, mas de enfrentar vitoriosamente o conjunto dos ricos. Ser socialista é recusar-se, por orgulho, a assumir as responsabilidades de uma consciência humana.
Leia mais...
|
|
Escrito por Olavo de Carvalho
|
|
Quando digo que a democracia capitalista dificilmente pode sobreviver sem uma cultura de valores tradicionais, muitos liberais brasileiros, loucos por economia e devotos da onipotência mágica do mercado, fazem aquela expressão de horror, de escândalo, como se estivessem diante de uma heresia, de uma aberração intolerável, de um pensamento iníquo e mórbido que jamais deveria ocorrer a um membro normal da espécie humana.
Leia mais...
|
|
Escrito por Percival Puggina
|
|
Nelson Rodrigues, em O Globo do dia 28 de março de 1970, publicou artigo abordando um fenômeno já então em curso e que ele denominou “a socialização do idiota”. Os tais movimentos sociais, orçamentos participativos, audiências públicas e assemelhados são expressão dessa mesma coisa quarenta mais tarde, por obra e graça dos projetos ideológicos e da ambição petista pelo poder. O PT, desde cedo, compreendeu as imensas possibilidades abertas pela socialização dos idiotas.
Leia mais...
|
|
|
Escrito por Rodrigo Constantino
|
|
Os ideais igualitários conquistaram sempre muitos adeptos, e infelizmente ainda o fazem. Inexoravelmente, entretanto, são corroídos pela própria natureza humana e desembocam em tiranias. É do que trata o pequeno livro satírico de George Orwell, A Revolução dos Bichos, escrito na época da Segunda Guerra Mundial. Aqueles que renunciam à liberdade em troca de promessas de segurança acabam sem nenhuma delas. A utopia conquista através das emoções, mas na hora dos resultados, a irracionalidade cobra um elevado preço, com juros estratosféricos.
Leia mais...
|
|
Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
|
|
Um dos traços marcantes do pensamento pós-modernista é o relativismo. O relativismo nega a existência de qualquer regra ou teoria que sustente verdades absolutas, inequívocas ou transcendentais. Os relativistas defendem que nada é objetivamente certo ou errado, bom ou mau. Para os relativistas, a ética e a moral são determinadas por fatores mutáveis, diferentes e contraditórios. No entrechoque do relativo com o absoluto, o tema da homossexualidade merece especial relevo. A mudança de sexo, o casamento e a adoção são temas debatidos sob acirrada controvérsia. Na defesa de tais questões, os relativistas enveredam-se por uma espécie de niilismo, de recusa a qualquer valor universal.
Leia mais...
|
|
Escrito por Klauber Cristofen Pires
|
|
A cada lei, medida provisória, decreto ou portaria publicada, gradativamente vamos entregando parte de nossas vidas e abdicando dos nossos sonhos para uma meia dúzia que as viva e sonhe em abundância. Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?
Leia mais...
|
|
Escrito por Luís Cristóvão
|
|
George Orwell tem em 1984 seu mais renomado e aclamado romance. Escrito no fim de sua vida, Orwell pouco pôde ver a repercussão que o livro teve e ainda tem até hoje. A estória se passa em um fictício ano de 1984, no qual o totalitarismo viria a dominar o Mundo inteiro. O Governo controla tudo e o povo vive em um constante estado de alienação, onde são manipulados a acreditar – e pior – a seguir voluntariamente os descabidos preceitos do Partido.
Leia mais...
|
|
Escrito por Peter Hof
|
|
Vocês já notaram que todo jornalista da chamada “grande imprensa” que escreve sobre armas comete impropriedades sobre as armas e a matemática? Eu estou cansado de corrigir as bobagens que rotineiramente os jornalistas do Globo escrevem. Hoje em dia, com a facilidade que a internet oferece para uma rápida e precisa consulta sobre qualquer assunto, é difícil entender por que um jornalista não recorre a ela, mesmo que rapidamente, ao terminar sua matéria. Talvez eles acreditem que para os seus leitores qualquer coisa sirva.
Leia mais...
|
|
Escrito por Klauber Cristofen Pires
|
|
É sempre o estado (lembre-se: inicial minúscula neste safado!) que gera o que chama de “exclusão social”. A Consolidação das Leis do Trabalho, por exemplo, possui 922 artigos; nenhum deles garante um emprego, mas todos eles consistem literalmente em alguma proibição de contratar. O salário mínimo também gera este efeito, assim como farta legislação legal ou infra-legal aqui não citada.
Leia mais...
|
|
Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
|
|
Tive a oportunidade de dizer alhures que a queda do Muro de Berlim (1989) criara em todos a falsa ideia de que, com o muro, desmoronava-se o próprio comunismo. A dissolução da União Soviética (1991), em certo sentido, funcionou como um cavalo-de-tróia sem obra de carpinteiro: enquanto a direita repousa de espírito desarmado, a esquerda viceja feito erva daninha; agora, porém, matreiramente oculta nos discursos do politicamente correto, do pluralismo, do relativismo cultural e da pós-modernidade, cantilenas aparentemente frívolas, mas que, em verdade, deitam suas raízes no lodo do marxismo cultural.
Leia mais...
|
|
Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
|
|
Nada sustém a fúria normatizante do Estado, que tudo quer regrar; as liberdades inclusive. Não é dado ao Estado imiscuir-se na vida das pessoas ao ponto de anular suas liberdades. Não é permitido ao Estado adentrar a residência das famílias, com a falaciosa cartilha do "politicamente correto" em riste, para dizer como devem educar seus filhos, como devem viver...
Leia mais...
|
|
Escrito por Nivaldo Cordeiro
|
|
Comunismo e nazismo são formas de coletivismos genocidas e ambos odeiam de morte os valores judaico-cristãos. Lula e o PT estão usando a desculpa comercial para trazer o nazista para cá, mas bem sabemos isso é fachada. O que estão fazendo é quebrando o isolamento internacional do nazista. Isso é uma traição aos brasileiros, ao cristianismo, mas é especialmente traiçoeiro para com a nossa comunidade judaica.
Leia mais...
|
|
Escrito por Movimento Endireitar
|
|
The Obama Deception ("Obama, a Fraude" ou "A Decepção Obama") é um filme que destrói completamente o mito de que Barack Obama está a trabalhando para os interesses do povo americano. O fenômeno Obama é uma farsa cuidadosamente concebida pelos comandantes da Nova Ordem Mundial. Ele está sendo empurrado como salvador numa tentativa de convencer o povo americano a aceitar a escravidão global. Chegamos num momento crítico dos planos da Nova Ordem Mundial. Não se trata de esquerda ou direita: trata-se de Um Governo Mundial. Os bancos internacionais planejam saquear o povo dos Estados Unidos da América [e do mundo] e transformá-los em escravos num feudo Global.
Leia mais...
|
|
|
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>
|
|
Página 7 de 13 |