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Escrito por José Hildebrand Dacanal
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Meu genro era um pobre coitado. Como eu, nascido na roça e sem perspectivas de futuro. Mas eu tivera a sorte de estudar nos antigos seminários da antiga Igreja Católica, e de lá saíra conhecendo oito línguas. Ele não, mesmo porque os seminários e a Igreja daquela época já tinham acabado duas ou três décadas antes dele nascer. Uma coisa, porém, nos unia: a curiosidade intelectual e a ambição de subir na vida. É o suficiente, desde que trilhando o reto caminho, como diria São Paulo.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Quer saber por que a mídia e as ONG’s tanto querem te fazer economizar água, luz, parar de fumar, parar de comer carne vermelha, guardar sementes e cascas, selecionar o lixo, abandonar a sua arma e deixar o carro em casa? É simples. Esta é a agenda que visa preparar o cidadão para a sociedade socialista que virá! E por quê afirmo isto? Porque, em uma sociedade socialista, se há dez cabeças e nove chapéus, a opção do estado é a mais óbvia: cortar uma cabeça!
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Escrito por Ivanaldo Santos
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Em junho de 2008 o analista político Heitor De Paola publicou um livro essencial para a compreensão da atual situação política do mundo contemporâneo e especialmente da América Latina. Trata-se de O eixo do mal latino-americano e a nova ordem mundial. Os capítulos desse livro foram publicados inicialmente no jornal eletrônico Mídia Sem Máscara (MSM).
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Há pelo menos quarenta anos o debate político neste país gira em torno da escolha entre livre mercado e intervencionismo estatal, identificados respectivamente com a “direita” e a “esquerda” e incumbidos de definir automaticamente, a partir dessa base econômica, as demais alternativas humanas em todos os campos da cultura, da legislação, da moralidade, etc. Quando alguém se define como “liberal”, é portanto automaticamente classificado entre os direitistas, conservadores e reacionários, tornando-se, em contrapartida, socialista, progressista e revolucionário tão logo mude para o campo do intervencionismo estatal. Os ícones das facções respectivas são Roberto Campos e Celso Furtado.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Trabalhar tornou-se não mais um direito inerente à pessoa, mas uma concessão do estado, do qual se torna refém o indivíduo, desde que ele tem de se submeter ao inchamento da grade curricular convenientemente e lucrativamente estipulada pelas instituições formais de ensino, se é que quer sair dali um dia com um diploma na mão.
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Escrito por Ipojuca Pontes
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A ordem para execução do massacre de Katyn partiu do próprio Stalin, que odiava a capacidade de resistência do exército polonês desde 1920, quando os bolcheviques tentaram conquistar a Polônia para disseminar a revolução comunista no Ocidente – e não conseguiram. Diante do sucesso artístico (e político) de “Katyn”, distinguido com o Oscar em 2008, a Rússia totalitária de Putin (ex-KGB) e Medevedv reagiu acusando o filme de ser “mais uma manifestação da histeria anti-russa”.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Por ocasião o estouro da crise imobiliária americana e que veio a contaminar o mundo – inclusive e principalmente o Brasil de marolas pororoquianas – um boquirroto, tosco e extravagante presidente vociferava para os microfones da nação e do mundo, mais ou menos nestes termos: “- tá vendo? Agora tão precisando do estado! Aqueles que diziam que tudo era o mercado, que tudo era o mercado que resolvia, agora vêm pedir a ajuda do estado!”. A fala calamar, claro, de pronto tornou-se um bordão para os gansos em alvoroço grasnarem continuamente sobre a falência do mercado e a necessidade da maior intervenção estatal. A crise não desencadeou a leitura de que o mercado precisa do estado, mas sim justamente o contrário: é o estado quem precisa do mercado, e ainda mais neste momento de crise!
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Escrito por Olavo de Carvalho
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O ideal socialista é, em essência, a atenuação ou eliminação das diferenças de poder econômico por meio do poder político. Mas ninguém pode arbitrar eficazmente diferenças entre o mais poderoso e o menos poderoso sem ser mais poderoso que ambos: o socialismo tem de concentrar um poder capaz não apenas de se impor aos pobres, mas de enfrentar vitoriosamente o conjunto dos ricos. Ser socialista é recusar-se, por orgulho, a assumir as responsabilidades de uma consciência humana.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Quando digo que a democracia capitalista dificilmente pode sobreviver sem uma cultura de valores tradicionais, muitos liberais brasileiros, loucos por economia e devotos da onipotência mágica do mercado, fazem aquela expressão de horror, de escândalo, como se estivessem diante de uma heresia, de uma aberração intolerável, de um pensamento iníquo e mórbido que jamais deveria ocorrer a um membro normal da espécie humana.
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Escrito por Percival Puggina
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Nelson Rodrigues, em O Globo do dia 28 de março de 1970, publicou artigo abordando um fenômeno já então em curso e que ele denominou “a socialização do idiota”. Os tais movimentos sociais, orçamentos participativos, audiências públicas e assemelhados são expressão dessa mesma coisa quarenta mais tarde, por obra e graça dos projetos ideológicos e da ambição petista pelo poder. O PT, desde cedo, compreendeu as imensas possibilidades abertas pela socialização dos idiotas.
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Escrito por Rodrigo Constantino
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Os ideais igualitários conquistaram sempre muitos adeptos, e infelizmente ainda o fazem. Inexoravelmente, entretanto, são corroídos pela própria natureza humana e desembocam em tiranias. É do que trata o pequeno livro satírico de George Orwell, A Revolução dos Bichos, escrito na época da Segunda Guerra Mundial. Aqueles que renunciam à liberdade em troca de promessas de segurança acabam sem nenhuma delas. A utopia conquista através das emoções, mas na hora dos resultados, a irracionalidade cobra um elevado preço, com juros estratosféricos.
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Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
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Um dos traços marcantes do pensamento pós-modernista é o relativismo. O relativismo nega a existência de qualquer regra ou teoria que sustente verdades absolutas, inequívocas ou transcendentais. Os relativistas defendem que nada é objetivamente certo ou errado, bom ou mau. Para os relativistas, a ética e a moral são determinadas por fatores mutáveis, diferentes e contraditórios. No entrechoque do relativo com o absoluto, o tema da homossexualidade merece especial relevo. A mudança de sexo, o casamento e a adoção são temas debatidos sob acirrada controvérsia. Na defesa de tais questões, os relativistas enveredam-se por uma espécie de niilismo, de recusa a qualquer valor universal.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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A cada lei, medida provisória, decreto ou portaria publicada, gradativamente vamos entregando parte de nossas vidas e abdicando dos nossos sonhos para uma meia dúzia que as viva e sonhe em abundância. Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?
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Escrito por Luís Cristóvão
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George Orwell tem em 1984 seu mais renomado e aclamado romance. Escrito no fim de sua vida, Orwell pouco pôde ver a repercussão que o livro teve e ainda tem até hoje. A estória se passa em um fictício ano de 1984, no qual o totalitarismo viria a dominar o Mundo inteiro. O Governo controla tudo e o povo vive em um constante estado de alienação, onde são manipulados a acreditar – e pior – a seguir voluntariamente os descabidos preceitos do Partido.
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Escrito por Peter Hof
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Vocês já notaram que todo jornalista da chamada “grande imprensa” que escreve sobre armas comete impropriedades sobre as armas e a matemática? Eu estou cansado de corrigir as bobagens que rotineiramente os jornalistas do Globo escrevem. Hoje em dia, com a facilidade que a internet oferece para uma rápida e precisa consulta sobre qualquer assunto, é difícil entender por que um jornalista não recorre a ela, mesmo que rapidamente, ao terminar sua matéria. Talvez eles acreditem que para os seus leitores qualquer coisa sirva.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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É sempre o estado (lembre-se: inicial minúscula neste safado!) que gera o que chama de “exclusão social”. A Consolidação das Leis do Trabalho, por exemplo, possui 922 artigos; nenhum deles garante um emprego, mas todos eles consistem literalmente em alguma proibição de contratar. O salário mínimo também gera este efeito, assim como farta legislação legal ou infra-legal aqui não citada.
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Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
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Tive a oportunidade de dizer alhures que a queda do Muro de Berlim (1989) criara em todos a falsa ideia de que, com o muro, desmoronava-se o próprio comunismo. A dissolução da União Soviética (1991), em certo sentido, funcionou como um cavalo-de-tróia sem obra de carpinteiro: enquanto a direita repousa de espírito desarmado, a esquerda viceja feito erva daninha; agora, porém, matreiramente oculta nos discursos do politicamente correto, do pluralismo, do relativismo cultural e da pós-modernidade, cantilenas aparentemente frívolas, mas que, em verdade, deitam suas raízes no lodo do marxismo cultural.
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