Terça, 21 de Maio de 2013
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O que os antiarmas pretendem implantar no Brasil
Escrito por Peter Hof   

O velho adágio segundo o qual O preço da liberdade é a eterna vigilância me vem à cabeça quando percebo a mensagem subliminar, veiculada na mídia impressa ou eletrônica, de que “armas” tiram vidas de cidadãos inocentes. Mesmo quando o cidadão consegue se defender com uma arma de fogo, como um caso acontecido no Rio Grande do Sul, onde uma mulher matou um assaltante que invadira sua casa, a imprensa sempre tem um “especialista de plantão” para dizer que o ato do cidadão de reagir foi uma loucura. Existem também políticos a dizer bobagens sem nenhuma comprovação, caso da vereadora carioca Andrea Gouvêa Vieira, que declarou no Globo que não se deve resistir a um assalto, pois nove em dez pessoas que a ele reagem acabam mortas. Em 16/11/2006, escrevi para o endereço eletrônico do ilustre edil, perguntando pela fonte da informação, e nunca obtive uma resposta.

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O pensamento “mágico” do desarmamento
Escrito por Marli Nogueira   

Assustados com o crescente nível da criminalidade no país, e influenciados por campanhas desonestas, muitos brasileiros passaram a acreditar na falácia de que, para acabar com ela, basta acabar com as armas. Desarmar o cidadão não vai baixar minimamente o índice de criminalidade porque uma arma nunca foi motivo para matar ninguém. É apenas o instrumento com que a ação humana é concretizada. Se não houver revólveres, haverá facas; se não houver facas, haverá cordas; se não houver cordas, haverá venenos; se não houver venenos, haverá ainda as pedras, os machados, as foices e os martelos.

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Johnson e Os Intelectuais
Escrito por Nivaldo Cordeiro   

Acabei de reler o livro Os Intelectuais, de Paul Johnson (Rio de Janeiro, Imago, 1990), depois de muitos anos. Se algum dia voltar à cátedra, não tenho dúvida de que, em qualquer programa de curso que venha a dar, esse livro encabeçará a lista de leituras obrigatórias. Com a sua prosa sóbria e elegante, Johnson faz um retrato de cada um dos principais intelectuais, desde Rousseau. Se um aluno iniciante nos cursos superiores ler esse livro com atenção, ficará vacinado contra a sedução socialista e comunista que é a tônica em nossas universidades.

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A autoridade religiosa do mal
Escrito por Olavo de Carvalho   

O culto invisível do instante perpétuo não apenas absolve por decreto tácito as matanças, os genocídios, o horror e a desumanidade dos regimes revolucionários, mas dá a todos os ativistas do mundo a licença para continuar oprimindo e matando indefinidamente, sempre em nome das lindezas hipotéticas de um futuro impossível. Essa é a força, intrinsecamente anti-humana e diabólica, que faz as multidões servirem ao mal em nome do bem.

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Sobre o medo de ser flagrado lendo Olavo de Carvalho
Escrito por Ronald Robson   

Se há uma coisa especialmente idiota a acometer muitos dos leitores, ex-leitores, alunos ou ex-alunos de Olavo de Carvalho, é isto: desprezá-lo apenas para posar de diferente. ... Em resumo, eis o fato que tanto incomoda a muitos: a centralidade de Olavo de Carvalho no que se salvar da atual cultura brasileira. Sua obra transformou os debates intelectuais minimamente honestos do Brasil em um jogo de cartas marcadas. Uma hora, um irá brandir seu Voegelin na cara do adversário. Noutro momento, o segundo surpreenderá com uma citação de Rosenstock-Huessy. Quando o debate se aproximar do ápice, um dos contendores dirá que o outro está tomando o verossímil por provável, em uma alusão à teoria dos quatro discursos. E assim por diante.

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Marx e a picaretagem iluminada
Escrito por Ipojuca Pontes   

Com o materialismo histórico a tiracolo, Marx se propunha não só a exercer alguma influência sobre os destinos do mundo, mas transformá-lo - o que em sua linguagem revolucionária significava, antes, destruí-lo. Desse modo, tal como partiu anteriormente para liquidar com a filosofia, Marx atirou-se contra o mundo da economia burguesa, com ênfase na demolição da propriedade privada e do sistema capitalista de produção.

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Marx e a mais-valia
Escrito por Ipojuca Pontes   

Para Bohm-Bawerk, a teoria do valor-trabalho de Ricardo (e, por extensão, a mais-valia de Marx), para além de falaciosa, apresenta uma noção de valor absolutamente inútil, porque não leva em conta o valor de uso, ou melhor, suas valorações subjetivas. Para os integrantes da Escola Austríaca, valorar significa escolher entre distintas opções e escolher compreende querer isso mais do que aquilo. Cada ato de escolha, por sua vez, se caracteriza por uma densidade de psíquica de sentimentos, que é própria a quem compra e vende. O valor (preços), portanto, não passa da expressão do desejo das pessoas de adquirirem mercadorias.

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Ainda Marx e o pensamento dos outros
Escrito por Ipojuca Pontes   

Vamos adiante: como a dialética hegeliana é um poço sem fundo, pois nela nada "é" e tudo vive em permanente transformação, Marx encampou com entusiasmo frenético o esquema de Hegel, mas encontrou, de início, um forte obstáculo. Se ele queria, no testemunho algo ingênuo do simpatizante Annenkov, "suplantar Deus" - como aceitar tal entidade quando se tratava justo de dinamitá-la?

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Marx e o pensamento dos outros
Escrito por Ipojuca Pontes   

A expressão "pensamento filosófico de Marx" há muito vem sendo encarada como uma contradição em termos. Para significativa corrente do pensar filosófico, o marxismo não passa de uma filodoxia, e o seu criador, não propriamente um filósofo em busca da verdade, mas mero filódoxo, na expressão de Kant (1724-1804), um sujeito que enfrenta os problemas de natureza filosófica sem nenhuma intenção real de resolvê-los.

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Sobre a moralidade de Karl Marx
Escrito por Ipojuca Pontes   

Marx considerava que as leis morais não haviam sido criadas para ele – é o que indica o seu modo de agir em vida. Para além das idéias, os métodos por ele empregados influenciaram de modo catalisador a prática comunista, no século 20: sem eles, dificilmente Lênin, Trotski, Stalin, Mao, Fidel, Pol Pot e congêneres encontrariam respaldo moral para justificar seus crimes contra a humanidade. Depois da derrocada da União Soviética, levantada a cortina do terror, viu-se que mais de 100 milhões de pessoas tinham sido destroçadas em nome de uma absurda “moral proletária”, que, estranhamente, parece ainda pontificar como se nada tivesse ocorrido.

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O Ensino em uma Sociedade Livre
Escrito por Klauber Cristofen Pires   

Possivelmente ocorra aos estudantes serem apresentados a textos pretensamente críticos sobre o ensino no Brasil, sobre a sua estrutura e suas deficiências. Isto provavelmente acontecerá mais amiúde aos alunos das Ciências Humanas. Críticas ao ensino considerado “mercadoria”, às faculdades “fábricas de diplomas”, a um sem número de disciplinas que deveriam constar dos currículos e outras que deveriam ser dispensadas, e até mesmo efusivas reivindicações trabalhistas marcam o tom deste discurso.

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Os novos demiurgos
Escrito por Olavo de Carvalho   

O que torna ainda mais odioso o dirigismo estatal na educação, universalmente buscado e ardentemente defendido pelos sapientíssimos intelectuais de esquerda, é que ele desmente da maneira mais flagrante e cínica o discurso educacional esquerdista de três ou quatro décadas atrás, do qual eles se serviram como puro instrumento de sedução, prontos a jogá-lo fora na primeira oportunidade, como estão fazendo agora.

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O cárcere das almas
Escrito por Waldson Muniz   

O século vinte viu chegarem ao poder nazismo e comunismo, duas ideologias em essência congêneres, a despeito dos seus diferentes aspectos exteriores. Graças à intensa e diligente aplicação de técnicas de propaganda sutis e eficientes, a esquerda conseguiu que, aos olhos das pessoas comuns, comunismo e nazismo parecessem opostos inconciliáveis.

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Marxismo: A Máquina Assassina
Escrito por R.J. Rummel   

A próxima vez que se encontrar ou receber uma palestra de um marxista nacional, ou seus quase equivalentes fanáticos esquerdistas, pergunte-lhes como é que eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cem milhões que sua fé absolutista provocou, e o sofrimento que o marxismo criou para muitas centenas de milhões mais.

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“Para o PT, o aborto é uma estratégia para implantar a cultura de morte no país”, diz arcebispo
Escrito por Adelson Barbosa dos Santos   

Por Adelson Barbosa dos Santos, na Agência Estado:

O arcebispo de João Pessoa, Dom Aldo Pagotto, postou no Youtube um vídeo de 15 minutos no qual ele acusa diretamente o PT e a candidata do partido à Presidência da República, Dilma Rousseff, de pregarem a cultura da morte no País. O arcebispo se refere à polêmica sobre o aborto. Segundo ele, Dilma e o PT querem “descriminalizar o aborto e o transformar em direito humano fundamental”. Para o arcebispo, “ataques à vida precisam ser combatidos”. No discurso lido, Pagotto se dirige aos diocesanos e afirma: “Não podemos ficar calados diante da atitude pró-aborto do PT”.

No vídeo, o arcebispo ataca, inclusive, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pagotto afirma que o presidente jurou - em carta redigida de próprio punho, endereçada aos bispos brasileiros em agosto de 2005 - que era contra o aborto, mas enviou um projeto de lei ao Congresso legalizando a ação.

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PT: O partido do aborto
Escrito por Pe. Lodi da Cruz   

pt_aborto"Ubi PT, ibi abortus" (onde está o PT, lá está o aborto), já dizia um velho provérbio chinês criado pelo Professor Humberto Leal Vieira, presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e membro da Pontifícia Academia Pró-Vida. A história do aborto no Brasil confunde-se com a história do PT e de outros partidos de índole comunista, como o PC do B e o PPS.

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PT ameaça Pr. Paschoal Piragine Jr
Escrito por Julio Severo   

Em dez dias, quase 400 mil pessoas já assistiram ao vídeo da mensagem do Pr. Paschoal Piragine Jr expondo os perigos de se votar no PT. Veja o vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI

Tudo o que ele faz é dizer o óbvio: O PT é um partido comprometido com o aborto e o homossexualismo. Quem duvidar disso, olhe para Lula, que passou seus oito infames anos de governo lutando para impor o aborto e o homossexualismo no Brasil.

Revoltados e desesperados com o direito de livre expressão do Pr. Piragine, líderes do PT no Paraná, segundo reportagem da Rádio CBN do Paraná, querem processar o pastor. A reportagem completa em áudio está aqui: http://www.cbncuritiba.com.br/arquivo/download/1995-PastorPT-Marcio.wma

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/

 
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Seção Livros

Memórias de um mártir cristão no inferno do totalitarismo

O Diário da Felicidade, de Nicolae Steinhardt (1912-1989), é uma surpresa no circuito editorial brasileiro. Afinal, por que publicar um livro de memórias de um monge ortodoxo romeno aqui desconhecido? Primeiro, porque O Diário da Felicidade é um documento histórico, esforço pessoal do monge Nicolae para preservar a dignidade humana e manifestar resistência espiritual por meio da literatura, sendo uma resposta ao fenômeno totalitário, isto é, da capacidade humana de resistir e realizar sua plenitude, mesmo diante de intensa privação. Segundo, O Diário é uma obra-prima literária que transita por uma lista infindável de autores da cultura humanística, num verdadeiro espírito de abertura intelectual. Texto confessional na tradição socrático-agostiniana, nele a preservação da memória e a confissão sincera são aspectos indissociáveis que moldaram a vida e o pensamento do monge e revelam, sobretudo, o lado mais perverso da cultura e da política romena sob o regime comunista, entre 1947 e 1989.

 
O monge que achou a liberdade na prisão

O Diário da Felicidade, primeiro livro do monge ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt publicado no Brasil, chega às livrarias para apresentar ao leitor um autor praticamente desconhecido. Steinhardt, no entanto, foi um dos pensadores mais intrigantes da cultura romena no século 20. Nascido em Bucareste, no seio de uma família judia, teve formação jurídica e logo se tornou crítico literário, manifestando profunda erudição.

 
Como o capitalismo salvou a América - os Pilgrims

Nas últimas férias dediquei-me à leitura da obra de Thomas J. DiLorenzo, How Capitalism Saved America. Para os "austríacos" mais iniciados, a parte teórica não traz muitas novidades, mas é recheada de interessantes fatos históricos num tempo que, de tão isento, nem se falava ainda de capitalismo ou de socialismo.

Os seus principais méritos precisam ser reconhecidos em relação ao que se propõe o autor: conversar com o público leigo, utilizando-se de uma linguagem clara, direta e agradável, para mostrar como o capitalismo foi o responsável por erigir os Estados Unidos da América à posição de nação mais rica do mundo, malgrado todas as interrupções históricas marcadas por atos de sabotagem cometidos por políticos, grupos de interesses, e ultimamente, pela intensa campanha ideológica socialista.

 
Hitler e os Alemães

Hitler e os Alemães... não é um assunto do passado!

Em 14 de junho de 2007 faleceu Kurt Waldheim, antigo secretário-geral da ONU entre 1972 e 1981, e presidente da Áustria entre 1986 e 1992, eleito com 54% dos votos. Uma Comissão Internacional examinou a sua vida militar entre 1938 e 1945, concluindo que teve conhecimento de crimes de guerra praticados pelas unidades militares a que pertenceu, mas neles não participou pessoalmente. Devido à polêmica sobre o seu passado nazi, a sua presença foi boicotada pelos países europeus e pelos Estados Unidos.

 
1984: A PROFECIA MODERNA DE GEORGE ORWELL

A segunda Guerra terminou! E o totalitarismo se expande e é levado até suas últimas consequências. Assim acontece no livro de George Orwell, ficção feita como aviso ao futuro sobre os males que o autor identificara na sua ideologia prévia, no momento de sua desilusão com o comunismo.

 
Redescobrindo o sentido da vida

Freud assegurava que, reduzido à privação extrema, o ser humano perderia sua casca de espiritualidade e poria à mostra sua verdadeira natureza, comportando-se como um bicho. Victor Emil Frankl, psiquiatra, judeu e austríaco como Freud, não acreditava nisso, mas não teve de inventar uma resposta ao colega: encontrou-a pronta no campo de concentração de Theresienstadt durante a II Guerra Mundial.

 
O verdadeiro Che Guevara – e os idiotas úteis que o idolatram

Transformado ao longo dos anos numa espécie de “Jesus Cristo revolucionário” graças aos esforços incansáveis da esquerda mundial, o argentino Ernesto Guevara é objeto de autêntico culto a personalidade em todo o mundo.

Entretanto, a leitura do livro do cubano-americano Humberto Fontova, O verdadeiro Che Guevara, e os idiotas úteis que o idolatram (Editora É Realizações, São Paulo, 287 páginas), deixa claro que, embora Guevara seja um inegável sucesso de marketing político e comercial – com sua imagem estampando desde camisetas para bebes até biquíni vestido pela supermodelo Gisele Bündchen – na vida real pode ser considerado um fracasso.

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O desarmamento é uma daquelas idéias que, na superfície, parecem fazer sentido.