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Escrito por Ron Paul
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A questão do aborto sempre dividiu amargamente populações de vários países. É um triste espetáculo, principalmente quando consideramos que o fato de uma política social ficar a cargo do estado, principalmente em nível federal, já é uma violação das liberdades individuais de qualquer cidadão. Não há qualquer argumento que justifique haver um "direito ao aborto" patrocinado pelo governo. A federalização da lei do aborto, permitindo-o ou proibindo-o, baseia-se unicamente nas idéias sociais e políticas criadas pelos tribunais estatais. Longe de ser apenas uma "bolha de carne" ou um acessório sem vida dentro de uma mulher, os defensores do aborto cada vez mais estão sendo confrontados com a inerente humanidade do feto em desenvolvimento.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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O presidente da República nem pode amarrar as mãos assassinas de seus companheiros de ontem, nem tapar a boca do magistrado inconveniente, cansado de ver a lei usada como anestésico do crime. Dizem que o ídolo e modelo do sr. Lula é Getúlio Vargas. Este era, de fato, um artista da indecisão, tática que consagrou no lema “Deixa como está para ver como é que fica”. Também é certo que por meio desse artifício logrou articular os incompatíveis e, como disse dele o filósofo José Ortega y Gasset, “fazer política de direita com a mão esquerda”. Mas quando sua mão direita se moveu, foi para empunhar o revólver com que desferiu um balaço contra o próprio peito. Lula, ao inverso dele, faz política de esquerda com a mão direita. Corre o risco de enforcar-se com a mão esquerda.
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Escrito por Ludwig von Mises
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É inegável que, nos dias de hoje, ditadura (Cuba e China, por exemplo), intervencionismo e socialismo são extremamente populares. Nenhum argumento lógico consegue enfraquecer essa popularidade. O fanatismo impede que os ensinamentos da teoria econômica sejam escutados, a teimosia impossibilita qualquer mudança de opinião e a experiência não serve de base a nada.
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Escrito por Helio Beltrão
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Assista à palestra dada pelo presidente do Instituto Mises Brasil, Helio Beltrão, na FGV-SP/AIESEC, sobre a atual crise financeira. Tema: A crise do crédito, suas origens e desdobramentos.
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Escrito por João Luiz Mauad
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Sempre gostei muito de aforismos. Encanta-me a capacidade que certas pessoas possuem para, em poucas palavras, transmitir mensagens para as quais os reles mortais precisariam de algumas laudas. Nietzsche disse certa vez: "minha ambição é dizer em dez frases o que outro qualquer diz num livro, o que outro qualquer não diz nem num livro inteiro". Nesses tempos em que nos falta tempo para tudo, em que a boa leitura passou a ser privilégio de uns poucos, esse tipo de cultura condensada vem ganhando espaço.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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O estudo mais completo já empreendido sobre assassinatos em massa no mundo é o do professor de Ciência Política da Universidade do Havaí, Rudolph J. Rummel, que lhe rendeu o Lifetime Achievement Award da American Political Science Association em 1999. Rummel substituiu ao conceito de “genocídio”, que lhe parece muito vago, o de “democídio”, com o qual designa especificamente a matança de populações civis por iniciativa de governos. A promessa de um “outro mundo possível” transformou-se no mais letal pesadelo que a humanidade já viveu ao longo de toda a sua história.
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Escrito por Denis Lerrer Rosenfield
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O Senado brasileiro, nas próximas semanas, deverá tomar uma decisão da maior relevância: a entrada ou não da Venezuela de Chávez no Mercosul. Não se trata de uma questão menor por envolver o valor mesmo da democracia enquanto princípio universal. Chávez, com a ajuda de seus "companheiros" brasileiros, está empreendendo um trabalho sistemático de destruição da democracia por meios democráticos. Realiza eleições e referendos como se, assim, a democracia estivesse sendo preservada. Isso faz com que nossos iletrados digam que a democracia está sendo respeitada naquele país, quando o contrário é precisamente o verdadeiro.
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Escrito por Márcio Luís Chila Freyesleben
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Há algum tempo, o Governo Federal tentou implantar a cartilha do politicamente correto. Ser politicamente correto significaria empregar linguagem livre de discriminação, de modo a evitar ofensa a pessoas ou grupos, por conta de raça, credo, sexualidade, etc. Poucos sabem que a ideia do politicamente correto teve origem em Karl Marx. O marxismo cultural culminou impondo o "relativismo moral" como filosofia, subvertendo os valores da sociedade tradicional.
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Escrito por Mauro Chaves
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Fica constituída, com a denominação acima, a sociedade civil sem fins lucrativos, cuja finalidade é a de se recusar a aceitar o que dizem ser o pensamento dominante de 84% da população do País.
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Escrito por Murray N. Rothbard
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A década de 20 assistiu, assim, à conversão de Ludwig von Mises em eminente crítico do estatismo e do socialismo e em paladino do laissez-faire e da economia de livre mercado. Mas isso ainda não era o bastante para sua mente extraordinariamente criativa e fecunda. Ele se dera conta de que a própria teoria econômica, mesmo sob sua forma "austríaca", não tinha sido inteiramente sistematizada e nem tinha formulado por completo os próprios fundamentos metodológicos.
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Escrito por Ludwig von Mises
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Ludwig von Mises é um dos mais notáveis filósofos e economistas do nosso tempo. Inspirado no início de sua carreira pelo trabalho de seus professores - os grandes economistas austríacos Carl Menger e Böhm-Bawerk - Mises, por meio de uma série de pesquisas universitárias, analisou sistematicamente cada problema econômico importante, criticou erros inveterados e substituiu velhos sofismas por idéias sólidas e sadias.
Este é o sexto capítulo originalmente intitulado "The Making of Modern Civilization: Savings, Investment, and Economic Calculation" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction", publicado pela Foundation for Economic Education. Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Como todos os maiores jornais, revistas, canais de TV e universidades deste país acham uma questão de honra não só tratar os comunistas como pessoas de bem, mas insistem sempre em contratar algumas dúzias deles, pagando-lhes altos salários para que adornem o comunismo e sua história com as cores das mais altas virtudes morais e teologais, julguei oportuno reproduzir aqui algumas declarações típicas do pensamento comunista, para que os leitores que ainda o ignoram saibam, afinal, do que se trata.
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Escrito por Henry Hazlitt
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Este livro analisa as falácias econômicas que, de tão prevalecentes, se tornaram uma nova ortodoxia. Não há um único governo em qualquer dos principais países do mundo que não seja influenciado por algumas dessas falácias. Talvez a forma mais curta e certa de entender economia seja a dissecação desses erros, em particular do erro central do qual decorrem todos os demais. Essa é a hipótese deste livro e de seu título ambicioso e beligerante, cujo objetivo não é expor os erros de algum autor em particular, mas os erros econômicos que ocorrem em sua forma mais freqüente, mais difundida ou mais influente.
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Escrito por Lucas Mafaldo
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Educação clássica é uma filosofia da educação apoiada em práticas de ensino acumuladas ao longo de vários séculos; é uma tradição que se inicia na Grécia antiga e atravessa todo o período medieval, renascentista e moderno até chegar ao século XX, nos Estados Unidos, sendo sistematizada e divulgada com o nome de liberal education. No sentido mais abrangente do termo, educação clássica é uma idéia geral de educação que passou por diferentes manifestações particulares ao longo história. Cada uma destas manifestações possui suas características peculiares, no entanto, todas elas participam dos mesmos traços essenciais. O objetivo deste artigo é expor quais são estes traços essenciais.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Lenin pregava a conquista do Estado por via insurrecional sob o comando de uma elite autoritária. Quaisquer que fossem os vícios e horrores dessa ditadura, ela não poderia ser acusada de tentar fazer-se passar por uma democracia. A tirania leninista tinha a virtude de seu inventor: a sinceridade brutal dos cínicos. A ditadura, a que a elite comunista abdicou em aparência, é assim restaurada sob a forma de uma multiplicidade de pequenas ditaduras, onde o arbítrio de tiranetes reina gostosamente longe de toda fiscalização pública, tudo sob a sutil coordenação de um partido que, diante dos holofotes, continua exibindo sua carinha bisonha de neodemocrata.
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Escrito por Raphael De Paola
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Exemplar a matéria de capa da Veja da semana passada, 28 de janeiro, intitulada “Aborto: a realidade dos consultórios”, por uma Adriana Dias Lopes. Exemplar pela baixeza das analogias e pela escolha dos termos usados, parcial ao extremo em uns casos, e totalmente falsa em outros. E também por usar a mera constatação do fato de que há médicos realizando impunemente o aborto, que era para ser o núcleo da reportagem e é a mensagem passada pelo título, como premissa camuflada para fortalecer a tese abortista na discussão mais geral sobre a licitude do aborto. Exemplar ainda pela lógica absurda, cuja conclusão, ademais, induz médicos e mães a um comportamento irresponsável que é, de fato, criminoso no nosso país.
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Escrito por O. Braga
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À semelhança do Marxismo Económico, o Marxismo Cultural (ou Politicamente Correcto) considera que os trabalhadores e os camponeses são, à partida, “bons”, e que a burguesia e os capitalistas são, a priori, “maus”. Muitos de nós fazemos uma ideia do que é o politicamente correcto (PC), pela repetição de informações transmitidas pelos mídia. O Marxismo Cultural é uma sub-ideologia do Marxismo (a “outra face da moeda” é o marxismo económico), e como todas as ideologias, tende inexoravelmente para a implantação de uma ditadura, isto é, para o totalitarismo.
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