Quarta, 19 de Junho de 2013
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Palestra - Yuri Bezmenov
Escrito por G. Salgueiro   

O tema de hoje não aborda uma questão especificamente latino-americana mas tem tudo a ver conosco. Trata-se de uma série de sete vídeos, com duração média de 9 minutos cada, de uma palestra oferecida na Summit University de Los Angeles pelo ex-agente do KGB Yuri Bezmenov, ou Tomas Schuman (nome adotado depois da deserção), para uma platéia bastante numerosa como se pode ver nos vídeos. Bezmenov já é conhecido de muitos de nós, por causa da entrevista que concedeu em 1983 e que pode ser revista (ou vista) no site do Farol da Democracia Representativa.

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Anotações das palestras de lançamento dos livros de Eric Voegelin
Escrito por Edward Wolff   

Eis um pequeno resumo do que ouvi no dia 4 de março durante o lançamento dos livros de Eric Voegelin, na Editora É Realizações. Vale lembrar que estas anotações certamente contêm muitos erros, bem como ausências de datas, nomes, descrições etc, uma vez que as fiz no desenrolar das palestras, sem chance de dar "pause" nelas para conferir. Antes das palestras se iniciarem, tive oportunidade de conversar longamente com o Prof. Mendo Castro Henriques, que esclareceu algumas dúvidas (e adicionou outras) que tinha sobre Eric Voegelin. As Reflexões Autobiográficas são um verdadeiro guia ou "receita" para uma vida de estudos, além de um exemplo de vida intelectual séria. A obra Hitler e os Alemães não denigre apenas os "demônios", mas também, e principalmente, os "estúpidos". Pois os "demônios" são, ao menos, previsíveis, enquanto os "estúpidos" não.

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A Essência da Guerra Irregular Moderna
Escrito por Wellington Moraes   

Numa entrevista ao JC Online em novembro de 2001, o general Agnaldo Del Nero Augusto, ex-chefe da Seção de Informações do Centro de Informações do Exército, afirmou que durante os enfrentamentos com a luta armada: "a Revolução errou muito por não ter expressado à população que vivíamos um estado de guerra" ( http://www2.uol.com.br/JC/_2001/0411/po0411_9.htm ). Na tentativa de compreender esse estado de guerra encontrei a brilhante análise do General Alemão Friedrich August Von der Heydte em "A Guerra Irregular Moderna". O texto a seguir é um resumo do capítulo "A essência da guerra irregular moderna". Acredito que a leitura deste livro é indispensável para a correta compreensão das ações das diversas facções comunistas que atuavam na época do regime militar e dos atuais "movimentos sociais" como MST, MLST, etc...

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Seção Livros

Memórias de um mártir cristão no inferno do totalitarismo

O Diário da Felicidade, de Nicolae Steinhardt (1912-1989), é uma surpresa no circuito editorial brasileiro. Afinal, por que publicar um livro de memórias de um monge ortodoxo romeno aqui desconhecido? Primeiro, porque O Diário da Felicidade é um documento histórico, esforço pessoal do monge Nicolae para preservar a dignidade humana e manifestar resistência espiritual por meio da literatura, sendo uma resposta ao fenômeno totalitário, isto é, da capacidade humana de resistir e realizar sua plenitude, mesmo diante de intensa privação. Segundo, O Diário é uma obra-prima literária que transita por uma lista infindável de autores da cultura humanística, num verdadeiro espírito de abertura intelectual. Texto confessional na tradição socrático-agostiniana, nele a preservação da memória e a confissão sincera são aspectos indissociáveis que moldaram a vida e o pensamento do monge e revelam, sobretudo, o lado mais perverso da cultura e da política romena sob o regime comunista, entre 1947 e 1989.

 
O monge que achou a liberdade na prisão

O Diário da Felicidade, primeiro livro do monge ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt publicado no Brasil, chega às livrarias para apresentar ao leitor um autor praticamente desconhecido. Steinhardt, no entanto, foi um dos pensadores mais intrigantes da cultura romena no século 20. Nascido em Bucareste, no seio de uma família judia, teve formação jurídica e logo se tornou crítico literário, manifestando profunda erudição.

 
Como o capitalismo salvou a América - os Pilgrims

Nas últimas férias dediquei-me à leitura da obra de Thomas J. DiLorenzo, How Capitalism Saved America. Para os "austríacos" mais iniciados, a parte teórica não traz muitas novidades, mas é recheada de interessantes fatos históricos num tempo que, de tão isento, nem se falava ainda de capitalismo ou de socialismo.

Os seus principais méritos precisam ser reconhecidos em relação ao que se propõe o autor: conversar com o público leigo, utilizando-se de uma linguagem clara, direta e agradável, para mostrar como o capitalismo foi o responsável por erigir os Estados Unidos da América à posição de nação mais rica do mundo, malgrado todas as interrupções históricas marcadas por atos de sabotagem cometidos por políticos, grupos de interesses, e ultimamente, pela intensa campanha ideológica socialista.

 
Hitler e os Alemães

Hitler e os Alemães... não é um assunto do passado!

Em 14 de junho de 2007 faleceu Kurt Waldheim, antigo secretário-geral da ONU entre 1972 e 1981, e presidente da Áustria entre 1986 e 1992, eleito com 54% dos votos. Uma Comissão Internacional examinou a sua vida militar entre 1938 e 1945, concluindo que teve conhecimento de crimes de guerra praticados pelas unidades militares a que pertenceu, mas neles não participou pessoalmente. Devido à polêmica sobre o seu passado nazi, a sua presença foi boicotada pelos países europeus e pelos Estados Unidos.

 
1984: A PROFECIA MODERNA DE GEORGE ORWELL

A segunda Guerra terminou! E o totalitarismo se expande e é levado até suas últimas consequências. Assim acontece no livro de George Orwell, ficção feita como aviso ao futuro sobre os males que o autor identificara na sua ideologia prévia, no momento de sua desilusão com o comunismo.

 
Redescobrindo o sentido da vida

Freud assegurava que, reduzido à privação extrema, o ser humano perderia sua casca de espiritualidade e poria à mostra sua verdadeira natureza, comportando-se como um bicho. Victor Emil Frankl, psiquiatra, judeu e austríaco como Freud, não acreditava nisso, mas não teve de inventar uma resposta ao colega: encontrou-a pronta no campo de concentração de Theresienstadt durante a II Guerra Mundial.

 
O verdadeiro Che Guevara – e os idiotas úteis que o idolatram

Transformado ao longo dos anos numa espécie de “Jesus Cristo revolucionário” graças aos esforços incansáveis da esquerda mundial, o argentino Ernesto Guevara é objeto de autêntico culto a personalidade em todo o mundo.

Entretanto, a leitura do livro do cubano-americano Humberto Fontova, O verdadeiro Che Guevara, e os idiotas úteis que o idolatram (Editora É Realizações, São Paulo, 287 páginas), deixa claro que, embora Guevara seja um inegável sucesso de marketing político e comercial – com sua imagem estampando desde camisetas para bebes até biquíni vestido pela supermodelo Gisele Bündchen – na vida real pode ser considerado um fracasso.

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