Terça, 07 de Setembro de 2010
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O teorema da impossibilidade do socialismo
Escrito por Jesús Huerta de Soto   

As ideias essenciais de Mises sobre o socialismo foram sistematizadas e incluídas no seu grande tratado crítico sobre este sistema social, cuja primeira edição se publicou em alemão em 1922, sendo posteriormente traduzido para inglês, francês e, finalmente, para espanhol, com o título de Socialismo (Mises, 1989). É importante sublinhar que o argumento de Mises sobre a impossibilidade do socialismo é um argumento teórico relativo ao erro intelectual que está presente em qualquer ideia socialista, uma vez que não é possível organizar a sociedade através de mandatos coercivos, dada a impossibilidade de o órgão de controlo obter a informação de que necessitaria para o efeito.

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Feliz Ano Novo!
Escrito por Movimento Endireitar   

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Mensagem de Natal 2009 (Olavo de Carvalho)
Escrito por Olavo de Carvalho   

Musicalmente, alguns preferem Tristão e Isolda, mas, em matéria de força dramática e riqueza de significado, a ária final de Wotan em As Valquírias, “Leb Wohl” (“Adeus”), é sem dúvida o cume da obra de Richard Wagner. Que é que isso tem a ver com o Natal? Espere um pouco e deixe-me relembrar a cena.

Pressionado por sua esposa Fricka, que lhe cobra seus deveres de mantenedor da ordem cósmica, Wotan, o equivalente germânico de Zeus, promete, a contragosto, punir com a morte seu neto Siegmund, culpado de adultério e incesto com sua irmã Sieglinda. Para isso, ele envia sua filha mais querida, Brunilda, ao local onde o marido de Sieglinda vai duelar com Siegmund, para assegurar que Siegmund, privado de todo auxílio divino, seja morto no duelo. No momento decisivo, Brunilda deixa-se tomar de compaixão por Siegmund e, descumprindo a ordem recebida, tenta protegê-lo. Wotan tem de intervir pessoalmente, fazendo em pedaços a espada mágica de Siegmund e deixando que ele seja morto pelo marido de Sieglinda, Hunding. Tão logo termina o duelo, Wotan, desgostoso consigo próprio e cheio de desprezo pelo vencedor, mata Hunding com um simples sopro. Agora o rei dos deuses tem de punir a filha, para não permitir que um ato de traição perturbe a ordem do Valhalla, o céu dos deuses germânicos. Atormentado pelo conflito insolúvel entre o dever de governante e o amor paterno, Wotan queixa-se de que, entre todos os seres, o mais miserável e sofredor é ele próprio. No instante em que ele se prepara para matar Brunilda, ela apela à compaixão do pai, pedindo que a sentença de morte seja substituída pela de expulsão. Wotan abraça ternamente a filha e a faz adormecer numa montanha protegida por um círculo de fogo, prometendo que nenhum homem indigno tocará nela e que, ao despertar como criatura humana, desprovida de poderes divinos, ela terá por marido um nobre guerreiro que a protegerá de todos os males. Wotan despede-se da filha e, enquanto ela adormece, sai cabisbaixo, derrotado pelo seu próprio poder.

Esse episódio marca o instante em que a ordem do mundo mitológico entra em contradição consigo própria e descobre o seu limite. No mundo dos deuses não há lugar para a compaixão. Só no mundo humano Brunilda poderá desfrutar os benefícios do perdão que o pai tão ardentemente lhe deseja conceder. Nesse momento, a lei dos deuses admite que há uma justiça superior à do próprio Wotan-Zeus. A ordem cósmica só pode ser restaurada mediante o sacrifício de Wotan, mas ele próprio entende isso como um sofrimento absurdo, uma incongruência, uma irregularidade. Quando Brunilda despertar, ela estará num novo mundo, onde o auto-sacrifício do deus não será mais uma irregularidade, e sim o princípio mesmo da lei que rege o universo. O Deus invisível e sem nome que impera muito acima de Wotan oferece o seu próprio Filho em sacrifício, porque sabe que nenhum sacrifício humano pode restaurar a ordem: só o sangue do próprio Deus tem esse poder. O adeus de Wotan é o mundo antigo que se despede, baixando a cabeça ante uma ordem superior a que o próprio Wotan obedece, mas que ele não pode compreender.

É o advento desse mundo novo, a tomada de consciência universal dessa nova ordem, onde o perdão não é a exceção mas a regra, que se celebra no Natal. O gesto incomum de Wotan será aí a lei geral e eterna, que restaura a ordem do mundo não uma vez, mas a cada instante, de novo e de novo, injetando no mundo finito novas e novas possibilidades que vêm do amor infinito. Ao adeus de Wotan, baixado o pano sobre a cena mitológica, segue-se o nascimento de Cristo, o advento da Nova Aliança onde Brunilda será perdoada não uma vez, mas vezes infinitas. O perdão não é um ato raro e excepcional, que quase às escondidas ludibria a ordem cósmica em nome do amor paterno. Ele é a lei fundamental do universo, a base mesma de toda existência.

ftp://camerata.mine.nu/hines/Jerome%20Hines-Leb%20Wohl%201961%20Bayreuth.mp3

Fonte: http://www.olavodecarvalho.org

 
Mensagem de Natal 2009 (Nivaldo Cordeiro)
Escrito por Nivaldo Cordeiro   

De novo o tempo de Natal. Seu sentido será sempre celebração e renovação. Ao lado do sentido na vida, que não é dado a conhecer previamente aos viventes, é também claro que há um elemento cíclico inerente àqueles inseridos no tempo histórico. O Deus-menino é também essa renovação, esse elemento de esperança e confiança de que são possuídos aqueles que têm fé.

Na mensagem do ano passado fiz um balanço das coisas acontecidas para mim. Viver é enfrentar o mal, na tentativa continuada de se contemplar o bem. É muito mais fácil abraçar a ignorância que diz sim ao Maligno e não a Deus. O mal é sedutor, o mal é fácil. "Entrai pelo caminho estreito, porque largo e espaçoso é o caminho da perdição" (Mt 7-13). O bem, todavia, é o que salva e o que dá sentido a tudo. Ele só pode ser alcançado mediante um grande esforço individual de despertar, de conhecer, de descobrir a presença inefável de Deus.

Os anjos do Senhor habitam por toda parte e muitas vezes se manifestam pela mão daqueles que nos cercam. Distribuem dádivas, pela vontade de Deus. O bem é produto da bondade de Deus e vem de modo gratuito e inesperado. Na minha vida tem sido assim; mesmo quando as trevas mais sombrias se abateram sobre mim eu vi a mão benfazeja conduzindo-me de volta ao caminho iluminado.

Minha palavra é esse testemunho para que se confie nos desígnios de Deus. Falo especialmente para aqueles que possam estar vivendo em situação de desespero. Confie! A tendência humana é querer controlar tudo, as circunstâncias que nos cercam. Vã tentativa. A realidade que nos cerca é dada, sobre ela não temos poder algum. Muitas vezes as armadilhas da vida nos levam para a floresta escura e a loba devoradora nos olha nos olhos, à espera do nosso desespero. É preciso confiar. Sem a confiança será inevitável a destruição e o desespero da destruição, a desesperança. O Natal de Cristo é sempre a mensagem de que o bem de novo sempre vem.

Meu caro leitor, que a benção do Menino Jesus se derrame sobre você e sua família e que de novo a Esperança triunfe. Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para você e sua família.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org

 
A demolição das consciências
Escrito por Olavo de Carvalho   

Quem tenha compreendido bem meu artigo "Armas da Liberdade", deve ter percebido também a conclusão implícita a que ele conduz incontornavelmente: boa parte do esforço moralizante despendido pela "direita religiosa" para sanear uma sociedade corrupta é inútil, já que termina sendo facilmente absorvida pela máquina da "dissonância cognitiva" e usada como instrumento de perdição geral.

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Armas da liberdade
Escrito por Olavo de Carvalho   

A coisa mais óbvia, na análise da História e da sociedade, é que, quando a situação muda muito, você já não pode descrevê-la com os mesmos conceitos de antes: tem de criar novos ou aperfeiçoar criticamente os velhos, para dar conta de fatos inéditos, não enquadráveis nos gêneros conhecidos.

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Novena de Natal: panteísmo, MST e luta de classes
Escrito por Klauber Cristofen Pires   

Da mesma forma que fiz com uma Bíblia comunista, desta vez trago a público a cartilha usada para as novenas no lar em 2009, preparada pelo IPAR - Instituto de Pastoral  Regional (Belém/PA). ... Tratar deste assunto é constrangedor, porque não estamos lidando diretamente com os salafrários que intentam, como os cupins, comer o miolo da Igreja, preservando-lha, no entanto, a casca. No meu prédio, estas reuniões são conduzidas por bondosas senhoras, conhecidas nossas e pessoas realmente dispostas a fazer o bem. Mesmo com todo o tato, no entanto, inegavelmente a minha intervenção produziu um mal-estar, sobretudo àquela pessoa encarregada de ser a animadora.

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Movimento Viva Brasil participa do Programa Mulheres
Escrito por Movimento Viva Brasil   

O Prof. Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, participou no último dia 10 do Programa Mulheres da TV Gazeta.

Foram vinte minutos de entrevista, onde foram abordados diversos assuntos, entre eles: recadastramento, direito de possuir armas e impunidade.

Gostaríamos de convidá-los a assistir essa entrevista e enviar a sua opinião para o programa: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Movimento Viva Brasil participa do Programa Mulheres - PARTE I

Movimento Viva Brasil participa do Programa Mulheres - PARTE II

Confira também: Entrevista - Bene Barbosa - Movimento Viva Brasil

 
O filme de Lula e a propaganda criminosa
Escrito por Ipojuca Pontes   

O articulista Zuenir Ventura, comunista light a serviço da patotagem do cinema novo, reverberou a opinião de Luiz Carlos Barreto, quem sabe bolado nos intestinos mentais deste produtor, de que o filme “Lula, o filho do Brasil” (no qual a Globo Filmes, empresa das Organizações Globo, investiu R$ 800 mil) foi produzido “para ganhar dinheiro, sem qualquer objetivo ideológico”. ... Embora o aval de Lula e os direitos de filmagens estivessem cedidos desde 2003, a "expertise" da produção programou sua exibição exatamente para 2010, ano de eleições presidenciais, no pressuposto de que o melodrama mistificador seria peça publicitária capaz de influenciar a massa ignara na hora do voto.

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A mãe de todas as fraudes
Escrito por Olavo de Carvalho   

Mal acabava eu de escrever aqui que "o uso maciço da fraude científica, em proporções jamais antes imaginadas, vem-se tornando o principal meio de imposição de novas políticas", e no dia seguinte veio a público a fraude das fraudes: dois hackers invadiram o servidor da Universidade de East Anglia e copiaram e-mails nos quais eminentes cientistas revelavam ter apelado às trapaças mais abjetas para impingir ao mundo a balela do "aquecimento global" e as legislações draconianas alegadamente destinadas a "salvar o planeta" desse mal fantasmagórico.

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No hospício do Dr. Mabuse
Escrito por Olavo de Carvalho   

Prepare-se, caro leitor, e prepare seus filhos e netos, para viver num mundo de alucinações e fantasias desnorteantes, onde conhecer a verdade mesmo sobre coisas simples será um desafio que só pessoas investidas de uma coragem intelectual fora do comum poderão vencer. Prepare-se para viver no hospício do Dr. Mabuse, onde o mais louco dos pacientes faz a cabeça dos médicos e os coloca a serviço de seus planos malignos.

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As criações de Deus e a retórica do diabo
Escrito por Percival Puggina   

Há muitos anos, participei de um debate sobre direito de propriedade, reforma agrária, MST, invasões, etc.. Não lembro mais o título do evento, mas a instituição promotora era uma organização religiosa. O debate consistia em uma série de sucessivas e breves manifestações, coisa do tipo cinco minutos cada para um, entre eu e o meu contendor, a quem vamos chamar, aqui, de “o outro”.

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A NOSSA MORAL E A DELES
Escrito por Reinaldo Azevedo   

Embora tudo o que esteja em curso seja uma porcaria e indique um mosaico de misérias morais das mais diferentes origens, confesso que, intelectualmente, momentos assim são importantes porque nos permitem recuperar alguns princípios. Mal comecei e sei que vem um longo texto pela frente. Em “Máximas de Um País Mínimo“, há um Reinaldo Azevedo bastante concentrado, sintético. Aqui, vocês sabem, não temo me estender o quanto for necessário. Pretendo que seja um daqueles artigos que chamo “textos de formação”, que marcam posição — só não acrescento o adjetivo “doutrinária” porque meu partido tem um homem só. Mais de 11 mil toques. Vocês vão encarar? Leia mais...

 
Nem a Bíblia escapa!
Escrito por Klauber Cristofen Pires   

Venho denunciar um fato gravíssimo. Minha esposa adquiriu uma Bíblia nova (a nossa estava meio velhinha), e o que encontramos? A teologia da libertação, apoderando-se da palavra de Deus para pregar Karl Marx!

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A era dos falastrões
Escrito por Klauber Cristofen Pires   

Certa vez, confabulava com o médico ginecologista de minha esposa, que tem hoje quase oitenta anos, e um sorriso de menino. Tentava desvendar quantos nascimentos ele assistira, dado que, em primeira mão, ele não sabia dizer. Por alto, todavia, chegamos ambos a construir uma tosca estimativa: algo como sessenta mil partos, muitos dos quais na Santa Casa de Misericórdia, em Belém!

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Quem é o ‘Filho do Brasil’
Escrito por Diogo Mainardi   

Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil." Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás – os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos –, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes.

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Precauções saudáveis
Escrito por Olavo de Carvalho   

Se o prezado leitor deseja entender algo do mundo atual, o mínimo indispensável de prudência recomenda que se atenha às seguintes regras no julgamento das informações que lhe chegam.

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Seção Livros

Memórias de um mártir cristão no inferno do totalitarismo

O Diário da Felicidade, de Nicolae Steinhardt (1912-1989), é uma surpresa no circuito editorial brasileiro. Afinal, por que publicar um livro de memórias de um monge ortodoxo romeno aqui desconhecido? Primeiro, porque O Diário da Felicidade é um documento histórico, esforço pessoal do monge Nicolae para preservar a dignidade humana e manifestar resistência espiritual por meio da literatura, sendo uma resposta ao fenômeno totalitário, isto é, da capacidade humana de resistir e realizar sua plenitude, mesmo diante de intensa privação. Segundo, O Diário é uma obra-prima literária que transita por uma lista infindável de autores da cultura humanística, num verdadeiro espírito de abertura intelectual. Texto confessional na tradição socrático-agostiniana, nele a preservação da memória e a confissão sincera são aspectos indissociáveis que moldaram a vida e o pensamento do monge e revelam, sobretudo, o lado mais perverso da cultura e da política romena sob o regime comunista, entre 1947 e 1989.

 
O monge que achou a liberdade na prisão

O Diário da Felicidade, primeiro livro do monge ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt publicado no Brasil, chega às livrarias para apresentar ao leitor um autor praticamente desconhecido. Steinhardt, no entanto, foi um dos pensadores mais intrigantes da cultura romena no século 20. Nascido em Bucareste, no seio de uma família judia, teve formação jurídica e logo se tornou crítico literário, manifestando profunda erudição.

 
Como o capitalismo salvou a América - os Pilgrims

Nas últimas férias dediquei-me à leitura da obra de Thomas J. DiLorenzo, How Capitalism Saved America. Para os "austríacos" mais iniciados, a parte teórica não traz muitas novidades, mas é recheada de interessantes fatos históricos num tempo que, de tão isento, nem se falava ainda de capitalismo ou de socialismo.

Os seus principais méritos precisam ser reconhecidos em relação ao que se propõe o autor: conversar com o público leigo, utilizando-se de uma linguagem clara, direta e agradável, para mostrar como o capitalismo foi o responsável por erigir os Estados Unidos da América à posição de nação mais rica do mundo, malgrado todas as interrupções históricas marcadas por atos de sabotagem cometidos por políticos, grupos de interesses, e ultimamente, pela intensa campanha ideológica socialista.

 
Hitler e os Alemães

Hitler e os Alemães... não é um assunto do passado!

Em 14 de junho de 2007 faleceu Kurt Waldheim, antigo secretário-geral da ONU entre 1972 e 1981, e presidente da Áustria entre 1986 e 1992, eleito com 54% dos votos. Uma Comissão Internacional examinou a sua vida militar entre 1938 e 1945, concluindo que teve conhecimento de crimes de guerra praticados pelas unidades militares a que pertenceu, mas neles não participou pessoalmente. Devido à polêmica sobre o seu passado nazi, a sua presença foi boicotada pelos países europeus e pelos Estados Unidos.

 
1984: A PROFECIA MODERNA DE GEORGE ORWELL

A segunda Guerra terminou! E o totalitarismo se expande e é levado até suas últimas consequências. Assim acontece no livro de George Orwell, ficção feita como aviso ao futuro sobre os males que o autor identificara na sua ideologia prévia, no momento de sua desilusão com o comunismo.

 
Redescobrindo o sentido da vida

Freud assegurava que, reduzido à privação extrema, o ser humano perderia sua casca de espiritualidade e poria à mostra sua verdadeira natureza, comportando-se como um bicho. Victor Emil Frankl, psiquiatra, judeu e austríaco como Freud, não acreditava nisso, mas não teve de inventar uma resposta ao colega: encontrou-a pronta no campo de concentração de Theresienstadt durante a II Guerra Mundial.

 
O verdadeiro Che Guevara – e os idiotas úteis que o idolatram

Transformado ao longo dos anos numa espécie de “Jesus Cristo revolucionário” graças aos esforços incansáveis da esquerda mundial, o argentino Ernesto Guevara é objeto de autêntico culto a personalidade em todo o mundo.

Entretanto, a leitura do livro do cubano-americano Humberto Fontova, O verdadeiro Che Guevara, e os idiotas úteis que o idolatram (Editora É Realizações, São Paulo, 287 páginas), deixa claro que, embora Guevara seja um inegável sucesso de marketing político e comercial – com sua imagem estampando desde camisetas para bebes até biquíni vestido pela supermodelo Gisele Bündchen – na vida real pode ser considerado um fracasso.

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