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Escrito por Mendo Castro Henriques
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Hitler e os Alemães... não é um assunto do passado!
Em 14 de junho de 2007 faleceu Kurt Waldheim, antigo secretário-geral da ONU entre 1972 e 1981, e presidente da Áustria entre 1986 e 1992, eleito com 54% dos votos. Uma Comissão Internacional examinou a sua vida militar entre 1938 e 1945, concluindo que teve conhecimento de crimes de guerra praticados pelas unidades militares a que pertenceu, mas neles não participou pessoalmente. Devido à polêmica sobre o seu passado nazi, a sua presença foi boicotada pelos países europeus e pelos Estados Unidos.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Em ocasiões anteriores, escrevi sobre a questão da idoneidade do voto na urna eletrônica e sobre a necessidade de adotarmos o voto nulo - que cunhei de "voto de objeção", como um instrumento legítimo de expressão dos cidadãos. Desta vez, convido o leitor a refletirmos juntos sobre a obrigatoriedade do voto e outros aspectos curiosos da legislação eleitoral.
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Escrito por Percival Puggina
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O MST promove invasões com a mesma tranquilidade com que o leitor vai ao banheiro do restaurante. A diferença é que literalmente destrói aquilo que invade e só sai quando lhe dá na veneta. Ordens judiciais são penduradas na “casinha”, para uso dos companheiros. Pois numa dessas incontáveis operações de desocupação, um sem-terra acabou ferido mortalmente por tiro de espingarda. Tudo indica que a arma do crime estava em mãos de um policial militar.
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Escrito por Hélio Angotti Neto
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A segunda Guerra terminou! E o totalitarismo se expande e é levado até suas últimas consequências. Assim acontece no livro de George Orwell, ficção feita como aviso ao futuro sobre os males que o autor identificara na sua ideologia prévia, no momento de sua desilusão com o comunismo.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Confirma-se pela enésima vez aquilo que venho dizendo há anos: a maioria absoluta dos brasileiros, especialmente jovens, é um eleitorado maciçamente conservador desprovido de representação política, de ingresso nos debates intelectuais e de espaço na “grande mídia”. É um povo marginalizado, escorraçado da cena pública por aqueles que prometeram abrir-lhe as portas da democracia e da participação.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Se 3 bilhões parecem uma cifra colossal – pretensamente dirigida com a finalidade de prover oxigênio à economia – pelo menos 4 a 6 vezes mais migrarão dos bolsos dos americanos em direção às montadoras e aos bancos. Eis aí sobre o que não se fala! Eis a carta debaixo da manga, o coelho sob o fundo falso da cartola.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Quando comecei a alertar os leitores quanto ao Foro de São Paulo, mais de uma década atrás, ainda era possível fazer alguma coisa para deter, sem muitas dores ou traumas, o crescimento do monstro. Agora, que ele tem o apoio do governo americano e transformou a OEA em instrumento de suas ambições ilimitadas, só atos de bravura incomum, sustentados numa visão estratégica implacavelmente lúcida, podem livrar a América Latina do risco iminente – ou promessa segura – de uma ditadura socialista continental.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Muito mal acostumado este senhor. Mimado pela imprensa e por sua militância, que o têm cultuado acima da condição de homem, e inexplicavelmente tolerado pelos demais representantes das instituições, que guardam por normal seu comportamento tosco e irascível, devido à crença injustficável na inimputabilidade de sua origem simples – como se a maioria dos homens e mulheres simples não soubessem o que é decoro, respeito e decência - a cada dia alimenta a brutalidade de sua alma com os germes da arrogância e da impunidade.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Freud assegurava que, reduzido à privação extrema, o ser humano perderia sua casca de espiritualidade e poria à mostra sua verdadeira natureza, comportando-se como um bicho. Victor Emil Frankl, psiquiatra, judeu e austríaco como Freud, não acreditava nisso, mas não teve de inventar uma resposta ao colega: encontrou-a pronta no campo de concentração de Theresienstadt durante a II Guerra Mundial.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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À medida que se espalha a consciência da debacle total das nossas universidades públicas e privadas, cresce o número de brasileiros que, valentemente, buscam estudar em casa e adquirir por esforço próprio aquilo que já compraram de um governo ladrão – ou de ladrões empresários de ensino – e jamais receberam.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Perceba o leitor como toda inovação de ordem socialista entra no ordenamento jurídico como um vírus ou como um grão de areia em um sistema de engrenagens. Os dispositivos começam a encontrar contradições que precisam ser explicadas sob fórmulas semânticas pra lá de extravagantes; as exceções passam a virar regra até chegar ao ponto do artigo original da lei vir a perder totalmente a sua relevância jurídica, e para cada uma delas haverá uma nova legislação que vá disciplinando suas disfunções, a cargo de um novo órgão público repleto de cargos com nomes especiais.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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O estado, bem sucedido em manipular maiorias contra minorias, foi aos poucos, por meio de revezamento, retirando de cada setor da sociedade a parcela de poder que almejava. Os indivíduos sempre acederam ao estado neste mister porque acreditavam que ele estava fazendo aquilo que estas pessoas queriam que ele fizesse. Estas pessoas aceitavam a derrogação do direito dos outros e a concomitante mão forte do estado porque pensavam em termos de suas próprias convicções. Hoje, os cubanos se ressentem do regime opressivo que lhe dá ganas de fugir a nado daquela ilha-presídio, mas milhares assistiram e aplaudiram julgamentos sumários e execuções em estádios. Em suma, agiram como cúmplices.
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Escrito por Denis Lerrer Rosenfield
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O Estado moderno, em suas vertentes autoritárias e, extremas, como totalitárias, tende a impor o que entende como sendo o bem, o bem tal como ele o concebe. O Estado coloca-se na posição daquele que sabe o que é o bem maior, numa espécie de sucedâneo do absoluto, desconhecendo que o verdadeiro bem é o que nasce da liberdade de escolha e, em particular, da liberdade subjetiva e religiosa. É como se a condição humana devesse não ser reconhecida na diversidade de noções de bem que a ela se oferecem, diversidade tanto maior quanto maior for a liberdade de escolha, mas devesse ser tida por objeto de uma espécie de moldagem estatal. O bem imposto pelo Estado é aquele que parte do cerceamento da liberdade de escolha.
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Quando a obra de um único autor é mais rica e poderosa que a cultura inteira do seu país, das duas uma: ou o país consente em aprender com ele ou recusa o presente dos céus e inflige a si próprio o merecido castigo pelo pecado da soberba, condenando-se ao definhamento intelectual e a todo o cortejo de misérias morais que necessariamente o acompanham. Mário Ferreira ocupa no Brasil uma posição similar à de Giambattista Vico na cultura napolitana do século XVIII ou de Gottfried von Leibniz na Alemanha da mesma época: um gênio universal perdido num ambiente provinciano incapaz não só de compreendê-lo, mas de enxergá-lo.
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Escrito por Klauber Cristofen Pires
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Enquanto o dumping entre empresas não passa de uma teoria sem provas, embora seja sempre perseguido pelas agências governamentais para este fim criadas, o dumping administrativo-tributário é eficiente, pois a sua prática é financiada pelo contribuinte.
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Escrito por Alceu Garcia
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Para quem vive com sérias restrições orçamentárias e gosta de ler os clássicos, o que por coincidência é o meu caso, a Editora Martin Claret está oferecendo um belo presente: grandes obras de nomes ilustres em diversos campos do conhecimento e da literatura, a um preço bem acessível. É uma excelente oportunidade para se reler livros perdidos nas reviravoltas da vida, ou comprar aqueles que sempre quisemos ler, mas que são difíceis de encontrar ou, quando encontrados, nem sempre há dinheiro suficiente para comprá-los. Inaugurei minha lista de pechinchas adquirindo, a apenas sete reais cada, Ética a Nicômaco de Aristóteles e Manuscritos Econômico-Filosóficos de Karl Marx. Foi uma escolha casual, mas que acabou sendo oportuna por compreender dois filósofos dotados de ethos diametralmente opostos, e por que um deles – Marx, é claro – tornou-se, infelizmente, o arquétipo do intelectual moderno.
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Escrito por Paulo Zamboni
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Transformado ao longo dos anos numa espécie de “Jesus Cristo revolucionário” graças aos esforços incansáveis da esquerda mundial, o argentino Ernesto Guevara é objeto de autêntico culto a personalidade em todo o mundo.
Entretanto, a leitura do livro do cubano-americano Humberto Fontova, O verdadeiro Che Guevara, e os idiotas úteis que o idolatram (Editora É Realizações, São Paulo, 287 páginas), deixa claro que, embora Guevara seja um inegável sucesso de marketing político e comercial – com sua imagem estampando desde camisetas para bebes até biquíni vestido pela supermodelo Gisele Bündchen – na vida real pode ser considerado um fracasso.
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